segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Benefícios para a sociedade em relação á Concessão

 Ter uma melhor efetividade no que se diz respeito aos que contribuem para Previdência Social, que inclusive faz parte do rol dos artigos que tratam dos princípios da seguridade Social, que inicialmente consiste em propiciar a redução das desigualdades sociais, devendo o direito previdenciário garantir uma distribuição melhor dos benefícios. O estudo do benefício previdenciário auxílio-doença é um instrumento de proteção social na atuação da Seguridade Social 2

Concessão do serviço público

O Direito Administrativo é um ramo do direito público relacionado à atuação estatal que visa o interesse público e, sendo assim, a prestação de serviços públicos à população constitui uma das principais finalidades da administração pública. A concessão de serviços públicos pode ser comum, quando não envolver contraprestação pecuniária do parceiro público ao parceiro privado, que é a concessão de serviços públicos ou de obras públicas de que trata a lei 8.987/95, e algumas espécies, dentre elas, a concessão de serviço público e a concessão de serviço público precedida da execução de obra pública, dispostas no art. 2º da Lei 8.987/95, in verbis: II - concessão de serviço público: a delegação de sua prestação, feita pelo poder concedente, mediante licitação, na modalidade de concorrência, à pessoa jurídica ou consórcio de empresas que demonstre capacidade para seu desempenho, por sua conta e risco e por prazo determinado; III - concessão de serviço público precedida da execução de obra pública: a construção, total ou parcial, conservação, reforma, ampliação ou melhoramento de quaisquer obras de interesse público, delegada pelo poder concedente, mediante licitação, na modalidade de concorrência, à pessoa jurídica ou consórcio de empresas que demonstre capacidade para a sua realização, por sua conta e risco, de forma que o investimento da concessionária seja remunerado e amortizado mediante a exploração do serviço ou da obra por prazo determinado;

CUSTOS LOGÍSTICOS NA ECONOMIA BRASILEIRA

 A carência de informações sobre custos logísticos no Brasil torna freqüente a utilização de dados defasados. O grande problema é que estes dados não necessariamente representam a nossa atual realidade, tornando difícil, entre outras coisas, a comparação com outros países. Além de tudo, a falta de um histórico acaba inviabilizando a análise da evolução do nosso custo logístico. Diante deste cenário, o Centro de Estudos em Logística realizou uma pesquisa sobre Custos Logísticos no Brasil buscando números e metodologias que respondessem as principais questões relacionadas ao tema. Assim, em Janeiro deste ano, iniciamos uma pesquisa e logo nos deparamos com uma imensa dificuldade de obtenção de dados sobre o país. Além de pouco atualizadas, muitas informações são imprecisas e incompletas. Outras não são disponíveis, ou mesmo não existem. Isto ocorre não apenas no que se refere aos dados de custos, mas em logística em geral.

Concessões em logística

As concessões do governo na área de logística podem sustentar o bom resultado do investimento no país, segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Apesar do aumento na taxa básica de juros e do rebaixamento da nota do Brasil pela agência de classificação de risco Standard & Poor’s (S&P), as políticas públicas ainda podem melhorar as expectativas e impulsionar o crescimento da Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) no ano.
Resultado de imagem para Concessões em logística

ANÁLISE DA MATRIZ DE TRANSPORTE BRASILEIRA: CONSUMO DE ENERGIA E EMISSÃO DE CO2.

 A matriz de transporte brasileira é desbalanceada, devido ao histórico enfoque de investimentos governamentais no modo rodoviário, o que é inadequado ponto de vista econômico e ambiental para um país continental, como o Brasil. Diante disso, o objetivo deste trabalho é estimar o consumo de energia e a emissão de dióxido de carbono (CO2) do setor, com base na matriz de transporte atual. Além disso, foram consideradas alterações nas matrizes individuais de dez produtos que estão entre os de maior volume e representatividade para a economia brasileira. Para tanto, propuseram-se quatro cenários com intuito de verificar o impacto de possíveis alterações na matriz. Ao final, foram sugeridas melhorias, considerando-se ações de transferência modal e/ou alteração de fontes de energia. Os resultados mostram ser possível reduzir em até 21% o consumo de energia e até 75% as emissões de CO2.
 Palavras-chave Matriz de Transporte; Consumo de Energia; Emissão de Dióxido de Carbono

GARGALOS

Gargalos logisticos Enquanto a média geral de gastos foi de 8,5% em relação à receita líquida, o setor de bebidas gastou 12,1%. As deficiências da infraestrutura logística brasileira permeiam todos os setores de transporte. Rodovias, portos e aeroportos sofrem com a falta de investimento, afetando a demanda e elevando os gastos O gargalo atinge empresas de vários segmentos, mas os setores de bebidas é um dos que mais gastaram com logística no ano passado, segundo a pesquisa Custos Logísticos 2011, do Instituto de Logística e Supply Chain. Enquanto a média geral de gastos foi de 8,5% em relação à receita líquida, o setor de bebidas gastou 12,1%. As deficiências da infraestrutura logística brasileira permeiam todos os setores de transporte. Rodovias, portos e aeroportos sofrem com a falta de investimento, afetando a demanda e elevando os gastos. De acordo com o Banco Mundial, o custo da logística no Brasil equivale a 20% do PIB, o dobro dos países ricos.

Transporte e armazenagem são principais gargalos para competitividade logística no Brasil 

Os maiores custos logísticos no país estão relacionados ao transporte de longa distância (38%), curta distância (16%) e armazenagem (18%). Os dados foram divulgados em uma pesquisa da Fundação Dom Cabral que avaliou as despesas com logística em relação à receita de 126 empresas brasileiras em 2012. Em alguns setores, como o de bens de consumo, os gastos afetam diretamente o preço final dos produtos. Fatores estruturais, como dificuldade de acesso e distribuição nas regiões metropolitanas, além de estradas em más condições, reduzem a competitividade logística no Brasil, revela a pesquisa. Por isso, a localização dos centros de distribuição é um fator muito importante quando se pensa em resolver os gargalos logísticos no país. Uma das soluções apontadas pelos empresários seria a maior oferta de plataformas de armazenagem nas regiões metropolitanas apenas 14 gargalos no comércio mundial de alimentos, mas eles são fundamentais para a segurança alimentar de toda a população do planeta. São portos e pontos de comercialização fundamentais para a compra, a venda e a distribuição de alimentos, de acordo com um recente relatório da Chatham House, centro de estudos com base no Reino Unido. Três deles estão na América Latina: o canal do Panamá, as rodovias do interior brasileiro e os portos do sul e sudeste do Brasil. Outros desses pontos de gargalo incluem o estreito de Gibraltar, as ferrovias do interior dos Estados Unidos, o estreito de Hormuz (no Oriente Médio) e o estreito de Dover, no norte da Europa, por exemplo. Mas as mudanças climáticas, a estrutura deficiente e as potenciais crises poderiam colocar em risco essas rotas de comércio. "Há pontos de gargalo marítimos (estreitos e canais), costeiros (portos) e terrrestes (estradas, ferrovias e hidrovias), e o comércio global de alimentos depende fortemente deles", afirma o estudo. "Interrupções em um ou mais desses pontos poderiam ter enormes impactos. Os preços globais dos alimentos, o abastecimento de mercados locais, a sobrevivência de comerciantes e agricultores e a provisão de comida para as comunidades mais vulneráveis dependem do movimento contínuo de bens através de fronteiras e oceanos."

INTEGRANTES DO GRUPO

Esse blog foi criado com objetivo dinâmico pedagógico, pelas alunas ANA LAURA GALIOTTO, GABRIELY MIRANDA SILVA, JESSICA APARECIDA E STH...