terça-feira, 25 de julho de 2017

Formas de Estoque

1.FAÇA BOAS COMPRAS Um mix de produtos na medida certa para o seu negócio e um estoque saudável, sem excessos ou escasso ao extremo, começam bem antes, no momento da compra. A primeira atitude é saber negociar. Antes de bater o martelo, faça cotações em, pelo menos, três lugares diferentes. Além disso, vale fazer uma análise de como é a relação entre sua empresa e o fornecedor e qual o poder de barganha que você tem sobre ele.
2.CONHEÇA QUEM É O SEU CLIENTE Para fazer compras adequadas é preciso conhecer quais são os hábitos do seu cliente e o perfil de compra da região em que sua empresa está inserida. A faixa etária e de renda, as características da vizinhança e a frequência com que o consumidor passa pelo local são alguns aspectos importantes e que tem impacto sobre o que deverá ser fornecido nas prateleiras. Se o cliente quer preço, busque marcas mais baratas, mas se ele for mais exigente, aposte na variedade e na qualidade do mix de produtos. Saber o que, como e quando o cliente consome permite estratégias de compras mais assertivas e, consequentemente, o aumento das vendas. Vendas elevadas permitem a manutenção da margem de lucro e contribuem bastante para menores sobras de estoques.
3.ORGANIZE-SE Organização é um dos fatores que mais colaboram como sucesso de um estoque ideal. Saber onde cada item fica, qual a quantidade, a qual grupo pertence, se são perecíveis e qual o prazo de validade. Com um raio-x do ambiente, um controle rigoroso e disciplinado fica fácil registrar perdas, extravios ou erros na compra. Caso seu perfil não seja o de uma pessoa organizada e detalhista,vale treinar um funcionário ou contratar alguém que possa gerir o estoque. Essa pessoa pode auxiliar na movimentação de materiais, sabendo exatamente o que chega do fornecedor e o que sai para a venda. Defina qual o mínimo para cada item do seu mix de produtos, sempre baseado no desempenho real de cada um e faça o pedido assim que essa marca for atingida. Esse controle fica mais fácil quando se tem um sistema de gestão. Hoje no mercado é possível encontrar opções a partir de trinta reais por mês.
4.TENHA UM ARMAZENAMENTO DE QUALIDADE Você pode ser a pessoa ou ter a equipe mais organizada desse mundo, mas se o espaço onde o estoque é feito não tiver qualidade, todo o trabalho pode ser jogado no lixo. Por falar em lixo, o depósito deve estar longe dele. Muita gente pensa que estoque é sinônimo de coisa bagunçada e uma opção para “guardar” aquilo que não tem mais utilidade. Lembre-se de que o que está estocado é o seu dinheiro em forma de materiais ou produtos. O desafio é driblar o desperdício, portanto, aposte em um local iluminado, limpo, arejado. A questão da limpeza vai depender da rotatividade de pessoas no local e o fluxo de entrada e saída de mercadorias.
 5.APOSTE NA REPOSIÇÃO ESTRATÉGICA Qual a forma que você usa para repor produtos em sua empresa? Em uma data específica correndo o risco de zerar a reserva e ficar sem o produto, ou contínua, quando o estoque atinge o ponto de reposição? As duas formas são válidas, mas antes de fazer a escolha devem-se analisar os prós e contras de cada uma. Na reposição periódica os pedidos são consolidados e as entregas feitas em um tempo determinado. O problema é que caso alguma ação pontual ou mudança repentina de consumo aconteçam, o estoque pode ficar vazio antes da hora. Já na reposição contínua, a empresa opta por manter um estoque menor e faz compras com mais frequência. Evitam-se perdas ou pedidos errados, mas a negociação fica comprometida. Mas se estamos falando de itens com margem bem elevada e de baixo custo como canetas, aí passa a ser mais vantajoso preparar um estoque mais elevado
6.TENHA FORNECEDORES PARCEIROS A relação com a carteira de fornecedores vai muito além da venda e compra de produtos. É preciso ter confiança no parceiro. De nada adianta ter uma empresa que faça um bom preço, mas que não garanta prazos, que não seja flexível com pagamento. Quem é confiável e não te larga na mão, permite compras mais enxutas e objetivas, já que existe a certeza da entrega. O contrário é um grande risco. Além disso, há vendedores que aproveitam para “empurrar” produtos que nem sempre são necessários para o seu negócio. Eles fazem isso somente para atingir metas pessoais e podem prejudicar todo um planejamento. Compras erradas resultam em estoques abarrotados.
7.ANALISE O DESEMPENHO DOS PRODUTOS DIARIAMENTE A rotina diária nas seis lojas da Mega Snack, rede de lojas de conveniência no interior de São Paulo inclui uma análise do mix de produtos. O esquema de checagem permite analisar quais produtos tem melhor aceitação e em qual dia da semana são as melhores vendas. “Percebemos que aos fins de semana uma determinada marca de cerveja vendia mais do que durante a semana, período em que a campeã de vendas era a concorrente”, exemplifica o gerente comercial da empresa, Lucas Batistella. O estoque é dinâmico e o varejo pede agilidade na resposta. corrigir desvios só é possível para quem está ligado no dia a dia do negócio.
8.PRATIQUE O DESAPEGO Tem quem torça o nariz quando a possibilidade de uma remarcação de preços é cogitada, mas essa prática é comum e importante para o varejo. Fazer o estoque girar, mesmo que com a margem menor,vale mais a pena do que cair na mesmice ou registrar perdas. “Manter o estoque parado por muito tempo é como guardar uma fortuna embaixo do colchão e depois, dar-se conta de que a moeda já não vale mais”,exemplifica o consultor de empresas e diretor da Spice Logística Simplificada, Pedro Breidht.

terça-feira, 30 de maio de 2017

Canais de Distribuição Reversos

Distribuição representa para a empresa o último passo antes de colocar o produto à venda no mercado. Distribuição é “o conjunto de atividades entre o produto pronto para o despacho e sua chegada ao consumidor final”. Essas atividades constituem os canais de distribuição diretos. Muito se fala sobre os canais de distribuição diretos no processo logístico de uma empresa, já que esses canais são os responsáveis pela comercialização entrega de produtos ao consumidor ou cliente final. Esses canais não preveem retorno dos produtos comercializados à empresa que os fabricou, pois esse processo representa o inverso da função desses canais. Nesse contexto surgem os chamados canais de distribuição reversos, ou simplesmente CDRs, que constituem todas as etapas ou meios necessários para retorno de uma parcela dos produtos comercializados, seja devido a defeitos de fabricação, prazo de validade vencido, ciclo de vida útil encerrado ou reaproveitamento de embalagens, ao ciclo produtivo da empresa.
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CUSTOS EM LOGÍSTICA REVERSA

 Os processos de logística reversa podem trazer ganhos e perdas para a empresa. O reaproveitamento de materiais e embalagens estimula novas iniciativas e melhorias no processo de logística reversa, mesmo tendo custos para que estes materiais retornem a empresa, há economia para a empresa e para o meio ambiente. Custos muitas vezes altos para as empresas no processo de logística reversa referem‐se a produtos que retornam devido às falhas de produção, emissão de produtos errados, produtos em desacordo com a necessidade do cliente. Neste tipo de processo, existem custos em duplicidade quanto a armazenagem, distribuição e processos. O retorno do produto à empresa deve ser considerado desde sua fase de desenvolvimento, sendo planejado durante o estudo da matéria‐prima a ser utilizada no produto e não apenas quando no momento que o produto necessite deste retorno. Existem várias maneiras de o produto retornar à empresa. Dentre elas, estão às campanhas de reciclagem, acordo entre fornecedor e canal de vendas, empresas de reciclagem

LOGÍSTICA REVERSA

 CONCEITOS O conceito de logística reversa ainda não está totalmente definido. Devido às novas possibilidades de negócios relacionados com o crescente interesse empresarial e pesquisas na área, este conceito apresenta‐se em evolução. 
IMPORTÂNCIA E UTILIZAÇÃO DA LOGÍSTICA REVERSA O objetivo principal da logística reversa é a gestão e a distribuição do material descartado tornando possível o retorno de bens ou materiais constituintes ao ciclo produtivo agregando valor econômico, ecológico, legal e de localização ao negócio. As atividades presentes na logística reversa abrangem diversas etapas como: coleta, inspeção, separação, compra e venda devolução, visando uma recuperação sustentável. A logística reversa trabalha com duas áreas de atuação: a logística reversa de pós‐consumo e a de pós‐venda. Na logística reversa de pós‐consumo é responsável pelo fluxo físico e de informações referente a bens de pós‐consumo que necessitam retornar a cadeia de distribuição quando por motivos de: • Condições de uso: bens que podem ser reutilizados; • Fim de vida útil: bens que não tem mais utilidade, porém seus componentes podem ser reaproveitados ou manufaturados; • Resíduos ambientais: bens que trazem riscos ao meio ambiente se não descartados de maneira correta. 6 A logística reversa de pós‐venda é responsável pelo fluxo físico e de informações referente a bens de pós‐venda que necessitam retornar a cadeia de distribuição quando por motivos de: • Garantia/qualidade: produtos que apresentam defeito de fabricação ou funcionamento, avarias na embalagem e/ou produto; • Comerciais: produtos em estoque seja por erro de expedição, excesso de estoque, mercadorias em consignação, pontas de estoque término de validade, problemas após a venda, chamado também de recall; • Substituição de componentes: itens de produtos que necessitam de manutenção e consertos. As razões que levam a empresa a optar pela utilização da logística reversa podem ser de ordem econômica, legislativa e ecológica. As razões econômicas dizem respeito à economia nas operações industriais, pelo reaproveitamento de matéria‐prima, proveniente dos canais reversos de reuso e de remanufatura. Quanto à ordem legislativa, as empresas necessitam obedecer à legislação vigente e para isso, foi sancionada em agosto de 2010 a Lei Federal nº 12305/2010 – Política Nacional dos Resíduos Sólidos ﴾PNRS﴿ a qual dispõe sobre os princípios, objetivos e instrumentos, bem como sobre as diretrizes relativas à gestão integrada e ao gerenciamento de resíduos sólidos, incluídos os perigosos, às responsabilidades dos geradores e do poder público e aos instrumentos econômicos aplicáveis. As razões ecológicas dizem respeito à preservação do meio ambiente e para isso, as empresas precisam considerar o impacto dos produtos sobre o meio ambiente durante todo o ciclo de vida de seus produtos. As empresas precisam avaliar a utilização da logística reversa como oportunidade de adicionar valor tanto pela imagem da empresa com relação aos aspectos ambientais e sustentabilidade quanto ao agregar serviços. Além disso, a gestão do ciclo de vida do produto e os custos incorridos ao longo do ciclo proporcionam redução de custos o que pode gerar vantagem competitiva para a empresa. Conceitos de desenvolvimento sustentável A definição mais aceita para desenvolvimento sustentável é o desenvolvimento capaz de suprir as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das significa obter crescimento econômico necessário, garantindo a preservação do meio ambiente e o desenvolvimento social para as futuras gerações. É o desenvolvimento que não esgota os recursos para o futuro. Opções de recuperação da logística Reversa Opções de PRM Nível de Desmontagem Exigências de Qualidade Produto Resultante Reparo Produto Restaurar o produto para pleno funcionamento Algumas partes reparadas ou substituídas Renovação Módulo Inspecionar e atualizar módulos críticos. Alguns módulos reparados ou substituídos Remanufatura Parte Inspecionar todos os módulos/partes e atualizar Módulos/partes usados e novos em novo produto Canibalização Recuperação Seletiva de partes Depende do uso em outras opções de PRM Algumas partes reutilizadas, outras descartadas ou para reciclagem Reciclagem Material Depende do uso em fatura Materiais utilizados em novos produtos.
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Embalagens

Embalagem Primária: que está em contato direto com o produto. Embalagem Secundária: designada para conter uma ou mais embalagens primárias, podendo não ser indicada para o transporte. Embalagem Terciária – agrupa diversas embalagens primárias ou secundárias para o transporte, como a caixa de papelão ondulado. 
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1)Rótulo: É toda e qualquer informação relativa ao produto, transcrita em sua embalagem. 2﴿ Shape: É a forma estrutural da embalagem. 3﴿ Sleeve: é um rótulo encolhível que adere à superfície da embalagem, contornando‐a como uma pele. 4﴿ Splash: É um desenho gráfico utilizado para destacar informações importantes na embalagem. 5﴿ Blister: é uma embalagem composta de uma cartela‐ suporte sobre o qual o produto é fixado por um filme em forma de bolha. Por exemplo, comprimidos, pilhas. 6﴿ Caixas K: As Caixas K são herança das caixas de madeira utilizadas na importação de latas de querosene de 20 litros. 7﴿ Cartucho: Cartucho é uma embalagem estruturada em papel cartão. Exemplo: caixas de sabão em pó. Contêiners: Contêiner é uma grande caixa, de dimensões e outras características padronizadas. 9﴿ Embalagem cartonada: Ela é composta por várias camadas de materiais que criam barreiras à luz, gases, água e microorganismos, conservando as propriedades dos alimentos. 10﴿ Embalagens plásticas flexíveis: São aquelas cujo formato depende da forma física do produto. ﴾Nessa classificação, enquadram‐se sacos, pouches, tripas, pouches que ficam em pé ﴾stand‐up‐ pouches﴿, bandejas flexíveis que se conformam ao produto, filmes encolhíveis ﴾shrink﴿, filmes esticáveis ﴾stretch﴿, sacos de ráfia etc. 11﴿Embalagens primárias, secundárias e terciárias Embalagem Primária: que está em contato direto com o produto. Embalagem Secundária: designada para conter uma ou mais embalagens primárias. Embalagem Terciária – agrupa diversas embalagens primárias ou secundárias para o transporte. 12﴿ Latas de alumínio: São predominantemente utilizados para embalar bebidas como cervejas, sucos, chás e refrigerantes. 13﴿ Latas de aço: As folhas de aço ﴾folha de flandres﴿ são largamente utilizadas em embalagens de alimentos, bebidas, tintas e produtos químicos. Atendem às necessidades específicas de resistência, conformação, revestimento e acabamento. Aço Alumínio Em todas as palestras e cursos que tenho ministrado no Brasil, sempre digo que os melhores vendedores são aqueles que sempre colocam as necessidades, desejos, expectativas e sonhos dos seus clientes acima dos seus, o que se traduz em uma postura de absoluto compromisso em servir e ajudar os clientes na resolução de seus problemas e na plena realização dos seus sonhos. Aliás, não custa reforçar dois conceitos absolutamente fundamentais para o tão sonhado sucesso em vendas: Vender é ajudar! Vender é servir! No entanto, é preciso reconhecer que muitos de nós ainda trabalhamos e vendemos muito mais motivados pelos nossos desejos e necessidades em detrimento aos dos nossos clientes. E hoje eu quero falar exatamente sobre a importância da boa identificação dos desejos e necessidades dos clientes para incrementar a sua performance em vendas e a sua satisfação em trabalhar com algo tão apaixonante como Vendas, onde ajudamos pessoas e empresas na resolução de seus problemas e na realização dos seus grandes sonhos.

Modais de Transporte.

 Os modais de transporte são: ferroviário ﴾feito por ferrovias﴿, rodoviário ﴾feito por rodovias﴿, hidroviário ﴾feito pela água﴿, dutoviário ﴾feito pelos dutos﴿ e aeroviário ﴾feito de forma aérea﴿
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INTEGRANTES DO GRUPO

Esse blog foi criado com objetivo dinâmico pedagógico, pelas alunas ANA LAURA GALIOTTO, GABRIELY MIRANDA SILVA, JESSICA APARECIDA E STH...